ABHP E SEU CONGRESSO: LANÇADO LIVRO DA UFMT SOBRE AGROTÓXICOS

10 de abril de 2013 2 Por abhpopular

Agrotóxicos e impactos

NOSSO CONGRESSO DISCUTIRÁ OS AGROTÓXICOS E ACABA DE SER LANÇADO PELO INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA DA UFMT/ABRASCO UM LIVRO SOBRE A AÇÃO DOS AGROTÓXICOS IMPORTANTE PARA NÓS

Da FONTE UFMT AGORA

Data 16/07/2015

FONTE: UFMT AGORA

Livro sobre impactos dos agrotóxicos na saúde será lançado em Mato Grosso

Será lançado no dia 23 deste mês, em Cuiabá, o livro “Dossiê Abrasco: Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde”. A publicação, em versão atualizada, traz informações de publicações em livros e revistas nacionais e internacionais sobre evidências científicas das consequências do uso de agrotóxicos em todo o país. Pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva da UFMT é um dos autores.
Importante e imprescindível.

Luiz Augusto Passos

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Os AGROTÓXICOS Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007.

(FOTO: Divulgação)

O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.

No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.

O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.

Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa, seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde.

 

FONTE: Agência Estado

http://www.formad.org.br/?p=2330