14 de setembro de 2020 0 Por fflavioab

Protocolo circular da ABHP 002/2020

Assunto: protocolo de uso do complexo homeopático de forma preventiva, pacientes positivos para COVID mas assintomáticos, pacientes positivos para COVID e sintomáticos

De: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HOMEOPATIA POPULAR COMUNITÁRIA – ABHP

 

PROTOCOLO DE DISTRIBUIÇÃO DO COMPLEXO DE FORMA PREVENTIVA ÀS VIROSES DE INVERNO E ENFRENTAMENTO À PANDEMIA – IMUNOMODULADOR

Elaborado por:

Alexandre Mendonça – Médico Veterinário e Homeopata Popular – CRMV RS 6115

Professor José Alfonso Klein – Professor da Unioeste PR / Doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP – Agente Popular de Homeopatia

 

Considerando a atual situação em relação à pandemia do Coronavírus (COVID 19) e a declaração de recomendações emitidas pelo Centro de Operações e Emergência em Saúde (COES), bem como a emergência declarada em todo o território, para fins de prevenção e enfrentamento à COVID19;

  1. Considerando a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, que incentiva a inserção das práticas integrativas (BRASIL, 2017).
  2. Considerando a Recomendação n° 041, do Conselho Nacional de Saúde (CNS) para divulgação de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs) na Assistência ao Tratamento para combater a Covid-19 , de 21 de maio e publicado em 26 de maio, que recomenda que as Práticas Integrativas e Complementares em saúde (PICs) sejam realizadas de forma complementar, para prevenção de agravos de saúde, promoção e recuperação de saúde, podendo compor estratégias de cuidado em saúde aos trabalhadores de saúde e pacientes no enfrentamento da COVID-19, no contexto da atenção primária à saúde. Essa recomendação considera o documento “Estratégias da OMS sobre a Medicina Tradicional 2014-2023” que incentiva a regulamentação e a utilização das práticas tradicionais como tratamento complementar nos Sistemas de Saúde (BRASIL, 2020).
  • As recomendações enfocam práticas integrativas que podem ser sugeridas na forma de auto aplicação e orientação à distância à pacientes com ou sem sintomas respiratórios sem gravidade, náusea, vômito, fadiga e tosse e/ou profissionais de saúde em situação de estresse, ansiedade, transtornos do humor, insônia associada ou não a COVID-19 e na visão geral de eficácia e segurança, tais como: respiratórios (tosse, falta de ar, pneumonia), gastrointestinais (náuseas, vômitos, diarreias) ou gerais (febre, fadiga, debilidade, cansaço excessivo, dores musculares e articulares, perda do olfato, gosto amargo na boca). Tais recomendações destinam-se também e, especialmente, aos profissionais da área da saúde em atendimento à pandemia, vivenciando situação de estresse, ansiedade, insônia, transtornos de humor, apresentando ou não sintomas físicos associados.
  1. Considerando, que de forma complementar, o complexo homeopático formado por Arsenicum album, Osciloccocinum e Influenzinum foi recomendada como profilaxia para a COVID-19, conforme estudos realizados com pacientes da China, Índia, Irã e Cuba.
  2. Considerando a mortalidade em 18% nas comunidades indígenas em particular, em pacientes positivos para COVID 19,

Enfocamos a necessidade dos seguintes esclarecimentos:

ARSENICUM album:  medicamento das vias respiratórias inferiores. O doente queixa-se de forte opressão no peito, com respiração ofegante, ruidosa, com sibilos, que o obriga a permanecer sentado ou em decúbito elevado. Apresenta expectoração escassa, hemoptoica e por vezes espumosa, configurando quadros de edema agudo de pulmão. Nos quadros graves apresenta a fácies muito ansiosa, hipocrática, muitas vezes coberta por suores frios e com batimentos de asas de nariz. As dores no peito são ardentes e pode sentir como se tivesse vapores de enxofre por dentro da árvore respiratória. Arsenicum apresenta periodicidade, que nas doenças agudas pode ser diária, ou a cada dois ou três dias, agravando entre 13 e 15 horas e mais particularmente entre 1 e 3 horas. Pode ser indicado para febres intermitentes. Agrava por todas as formas de frio, inclusive por bebidas frias, e melhora com todas as formas de calor excetuando-se a cefaleia que alivia com o frio. Processos infecciosos de Arsenicum podem cursar com temperaturas baixas, etapas febris muitas vezes incompletas e mal definidas. Durante a fase de calafrios há necessidade de estar bem coberto e desejo de bebidas quentes. O período de calor, bem marcado, é acompanhado de sede intensa para bebidas quentes, visto que as frias podem provocar calafrios e/ou vômitos. A fase de transpiração é intensa, manifesta suores frios e viscosos e também é acompanhada de sede. Arsenicum álbum é considerado um dos principais medicamentos do miasma do Câncer, segundo Sankaran (2010), miasma sico-sifiliticocuja percepção do doente é a de que a morte é certa, a menos que um esforço sobre-humano e contínuo seja empreendido. Os sintomas são experienciados com um sofrimento desproporcionalmente intenso e severo. Assim está indicado quando o quadro tomar uma percepção de maior gravidade ou cronicidade.

 

INFLUENZINUM: preparado atualmente na França, a partir do cultivo de 2 tipos de vírus (3 partes de vírus asiático e 1 do vírus europeu. Há também um feito com o Influenzinum espanhol. Há quem assegure que muitos transtornos neurológicos muito sérios como Parkinson, esclerose múltiplas, podem ter sua origem na gripe e prescrevem sistematicamente esse medicamento nesses casos. Estimulante em casos de fatigabilidade fácil. Síndromes meníngeas ou encefalíticas com vômito. Catarro óculo nasal, coriza aguda e crônica, sinusite, pólipos nasais, rinite atrófica crônica. Fraqueza do miocárdio, hipotensão arterial. Leucopenia com mononucleose. Congestionamento arterial e venoso nos membros inferiores, dores reumáticas que pioram pela umidade e pelo frio.

 

OSCILOCOCCINUM: medicamento indicado para quem tem medo de tempestades.  Necessidade de lavar as mãos frequentemente, com medo de dar a mão por temer um contágio, temor da sujeira e da poluição. Coriza no começo, catarro óculo nasal, obstrução nasal e espirros, secreção nasal serosa ou mucopurulenta. Gripe: no início ou como preventivo, assim como na convalescença. Dado precocemente é eficaz.

 

O uso da medicação homeopática profilática, não é obrigatório, mas recomendado como um complemento à melhoria da vitalidade e imunidade com relação aos sintomas da COVID-19, incluindo as respostas emocionais relacionadas à pandemia.

O medicamento indicado não se trata de uma vacina. A escolha pela homeopatia, como complementar a todas as ações de prevenção já implantadas, não oferece riscos aos seus usuários nem apresenta reações adversas, podendo ser utilizada em qualquer faixa etária, mesmo em pessoas com doenças associadas, que utilizem medicamentos alopáticos com regularidade.

Não havendo outros métodos medicamentosos de prevenção, por meios da medicina clássica, decidimos por orientar e disponibilizar o uso da Homeopatia, como profilaxia, de forma complementar e auxiliar na prevenção da COVID-19.

A distribuição se dará pelos profissionais da saúde e agentes comunitários de saúde.

Neste sentido estamos convidando você a participar desta ação cujo objetivo é, através do uso da Homeopatia, fortalecer a população no enfrentamento à COVID-19, colaborando com todas as medidas sanitárias e terapêuticas preconizadas pelas autoridades de saúde. Sua participação será voluntária, isto é, a qualquer momento você poderá desistir e retirar seu consentimento, sem qualquer prejuízo.

O medicamento homeopático indicado é:

  • Dose de Prevenção:

Complexo Homeopático Ars 30 CH/Osciloc 30 CH/Influenz 30 CH – serão tomadas 5 gotas ao ir dormir na 6ª feira at[e dezembro de 2020. A partir de 2021, as pessoas que já tomaram no mínimo 1 frasco, passarão a tomar 5 gotas a cada 15 dias até final de dezembro de 2021, ou até que perdure a pandemia, conforme realidade local;

* Se tiver sintomas respiratórios: procure atendimento médico.

 

Recomendações:

Obs.: Guarde o frasco em local fresco, longe de odores fortes, fora da geladeira e longe de objetos eletroeletrônicos.

Não há relatos de eventos adversos.

Será distribuído folheto explicativo, conforme ANEXO 1 E ANEXO 2, para os interessados, conforme a equipe responsável sentir necessidade.

 

 

Cuiabá, 23 de julho de 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO 1

 

ORIENTAÇÕES PARA O USO DE REMÉDIOS HOMEOPÁTICOS NAS COMUNIDADES EM TEMPOS DE COVID-19.

O que é a homeopatia e o que é um remédio homeopático?

Homeopatia é uma medicina alternativa natural. A matéria-prima vem de plantas, animais e minerais. Retira-se parte da matéria-prima escolhida para fazer a tintura-mãe e na sequência dinamizamos os remédios homeopáticos. Os remédios são preparados em álcool de cereais e

água destilada. O álcool para a conservação e a água para fluir melhor a energia vital do remédio. Segue-se um padrão internacional de preparo dos remédios, a partir de algumas convenções dos homeopatas e do Conselho Internacional da Homeopatia. Em 1790, Samuel Hahnemann (1755-1843), médico alemão traduziu a matéria-médica do remédio China para a cura da malária, inventado por William Cullen (1710-1790), químico e psiquiatra britânico. Nas palavras de Cullen, a cura da malária com China se dá devido ao amargo da planta. Hahnemann, na dúvida sobre o sentido da cura, realizou vários experimentos com uso de China por ele, familiares, amigos e chegou à conclusão que não é o amargo da planta que cura a malária e sim “a semelhança que existe entre os sintomas da doença e os sintomas produzidos pelo remédio em humanos sadios”. Em 1796, a partir dessa descoberta Hahnemann oficializou a invenção da Homeopatia e deixou para a humanidade os experimentos de aproximadamente 60 remédios homeopáticos.

Como funciona o remédio homeopático? 

Hipócrates, filósofo grego, conhecido como “Pai da Medicina Ocidental” (460 e 377 antes de Cristo) definiu os princípios básicos da Medicina convencional e também da Homeopatia. A medicina convencional segue o princípio: “Os contrários curam-se pelo contrário”, ou seja, a maioria dos medicamentos que compramos em farmácias comuns é antibiótico, antiinflamatório, antitérmico, antialérgico etc (anti). E a medicina homeopática segue outro princípio de Hipócrates: “Os semelhantes curam-se pelo semelhante”. Em outras palavras, para curar um paciente doente, procura-se na natureza remédios que produzem sintomas semelhantes nas pessoas sadias aos que encontramos nas pessoas doentes. Para simplificar a compreensão, o sentido é o mesmo que se usa na fitoterapia (cura pelas plantas), por exemplo – para curar uma gastrite ou azia (produção de ácido em excesso pelo nosso organismo), indicase suco de limão, que é outro ácido para reequilibrar nosso organismo e seguir a devida digestão de alimentos sem excesso de ácido. Outro exemplo, que a própria medicina convencional pratica para a produção do soro antiofídico. Utilizam o veneno da cobra, injetam no cavalo, depois extraem parte do sangue do animal para obter o soro a ser aplicado em pessoas mordidas por cobras.

Assim também é utilizada parte da matéria-prima que contém a “energia vital” (princípio ativo) de qualquer vírus para transformar em vacina contra os surtos de viroses, epidemias e pandemias: Influenzinum H1N1; Dengue; Gripe Espanhola; Ebola  e, inclusive ainda em experimentação, o Novo Coronavírus. Identifica-se o “gênio epidêmico”, ou seja, os sintomas produzidos pela doença em vários pacientes de forma semelhante, caracterizando a epidemia e em expansão mundial a pandemia. Mediante sintomas semelhantes diagnosticados em maior quantidade de pessoas pelos homeopatas, procuramos remédios que produzem sintomas semelhantes em pacientes humanos sadios – para melhorar a imunidade e curar as pessoas com a doença. Ou seja, Arsenicum, Influenzinum, Oscilococcinum e Cânfora (guardadas as devidas diferenças), na experimentação em humanos sadios produzem sintomas semelhantes aos sintomas da Covid-19 (dor de garganta, febre alta, dor no corpo, diarreia, falta de ar, perda de olfato e paladar). Em outras palavras, se uma pessoa que não é portadora da Covid-19 tomar esses remédios pode apresentar sintomas semelhantes aos sintomas da doença, processo que chamamos de patogenesia. Mas não precisa se assustar, basta parar de tomar esses remédios que os sintomas passam em poucas horas. Esses remédios também melhoram a imunidade contra outros vírus, gripes mal curadas e outras doenças do aparelho digestivo.

Para melhorar a imunidade contra a Covid-19

Durante 4 meses, conforme segue:

Arsenicum 30CH/Influenzinum 30CH/Oscilococcinum 30CH (5% álcool de cereais).

Até Dezembro de 2020: Tomar: 5 gotas 1 vez por semana. Exemplo: sexta-feira ao ir dormir. A partir de 2021, passará para 5 gotas ao ir dormir, apenas 1 vez a cada 15 dias.

 

Obs. Guardar os remédios em lugar escuro (sem luz e sem calor do sol), longe de celular, computador ou outros eletroeletrônicos.

Caderno de Controle para acompanhamento dos homeopatas responsáveis.

Nome do paciente, idade, sintomas: antes, durante e depois do tratamento.

Responsável da Comunidade.

 

Atenciosamente.

 

Associação Brasileira de Homeopatia Popular e Comunitária.

 

 

 

ANEXO 2

 

ORIENTAÇÕES PARA O USO DE REMÉDIOS HOMEOPÁTICOS NAS COMUNIDADES EM TEMPOS DE COVID-19 – Comunidade com Pacientes Positivos para COVID, MAS ASSINTOMÁTICOS

O que é a homeopatia e o que é um remédio homeopático?

Homeopatia é uma medicina alternativa natural. A matéria-prima vem de plantas, animais e minerais. Retira-se parte da matéria-prima escolhida para fazer a tintura-mãe e na sequência dinamizamos os remédios homeopáticos. Os remédios são preparados em álcool de cereais e

água destilada. O álcool para a conservação e a água para fluir melhor a energia vital do remédio. Segue-se um padrão internacional de preparo dos remédios, a partir de algumas convenções dos homeopatas e do Conselho Internacional da Homeopatia. Em 1790, Samuel Hahnemann (1755-1843), médico alemão traduziu a matéria-médica do remédio China para a cura da malária, inventado por William Cullen (1710-1790), químico e psiquiatra britânico. Nas palavras de Cullen, a cura da malária com China se dá devido ao amargo da planta. Hahnemann, na dúvida sobre o sentido da cura, realizou vários experimentos com uso de China por ele, familiares, amigos e chegou à conclusão que não é o amargo da planta que cura a malária e sim “a semelhança que existe entre os sintomas da doença e os sintomas produzidos pelo remédio em humanos sadios”. Em 1796, a partir dessa descoberta Hahnemann oficializou a invenção da Homeopatia e deixou para a humanidade os experimentos de aproximadamente 60 remédios homeopáticos.

Como funciona o remédio homeopático? 

Hipócrates, filósofo grego, conhecido como “Pai da Medicina Ocidental” (460 e 377 antes de Cristo) definiu os princípios básicos da Medicina convencional e também da Homeopatia. A medicina convencional segue o princípio: “Os contrários curam-se pelo contrário”, ou seja, a maioria dos medicamentos que compramos em farmácias comuns é antibiótico, antiinflamatório, antitérmico, antialérgico etc (anti). E a medicina homeopática segue outro princípio de Hipócrates: “Os semelhantes curam-se pelo semelhante”. Em outras palavras, para curar um paciente doente, procura-se na natureza remédios que produzem sintomas semelhantes nas pessoas sadias aos que encontramos nas pessoas doentes. Para simplificar a compreensão, o sentido é o mesmo que se usa na fitoterapia (cura pelas plantas), por exemplo – para curar uma gastrite ou azia (produção de ácido em excesso pelo nosso organismo), indicase suco de limão, que é outro ácido para reequilibrar nosso organismo e seguir a devida digestão de alimentos sem excesso de ácido. Outro exemplo, que a própria medicina convencional pratica para a produção do soro antiofídico. Utilizam o veneno da cobra, injetam no cavalo, depois extraem parte do sangue do animal para obter o soro a ser aplicado em pessoas mordidas por cobras.

Assim também é utilizada parte da matéria-prima que contém a “energia vital” (princípio ativo) de qualquer vírus para transformar em vacina contra os surtos de viroses, epidemias e pandemias: Influenzinum H1N1; Dengue; Gripe Espanhola; Ebola  e, inclusive ainda em experimentação, o Novo Coronavírus. Identifica-se o “gênio epidêmico”, ou seja, os sintomas produzidos pela doença em vários pacientes de forma semelhante, caracterizando a epidemia e em expansão mundial a pandemia. Mediante sintomas semelhantes diagnosticados em maior quantidade de pessoas pelos homeopatas, procuramos remédios que produzem sintomas semelhantes em pacientes humanos sadios – para melhorar a imunidade e curar as pessoas com a doença. Ou seja, Arsenicum, Influenzinum, Oscilococcinum e Cânfora (guardadas as devidas diferenças), na experimentação em humanos sadios produzem sintomas semelhantes aos sintomas da Covid-19 (dor de garganta, febre alta, dor no corpo, diarreia, falta de ar, perda de olfato e paladar). Em outras palavras, se uma pessoa que não é portadora da Covid-19 tomar esses remédios pode apresentar sintomas semelhantes aos sintomas da doença, processo que chamamos de patogenesia. Mas não precisa se assustar, basta parar de tomar esses remédios que os sintomas passam em poucas horas. Esses remédios também melhoram a imunidade contra outros vírus, gripes mal curadas e outras doenças do aparelho digestivo.

Para melhorar a imunidade contra a Covid-19

Durante10 dias NO MÍNIMO:

Arsenicum 30CH/Influenzinum 30CH/Oscilococcinum 30CH (5% álcool de cereais)

Toda comunidade tomará 5 gotas, 2 vezes por dia, durante 10 dias. Após esses 10 dias, todos voltarão a tomar 5 gotas, apenas 1 x por semana.

 

Obs. Guardar os remédios em lugar escuro (sem luz e sem calor do sol), longe de celular, computador ou outros eletroeletrônicos.

Caderno de Controle para acompanhamento dos homeopatas responsáveis.

Nome do paciente, idade, sintomas: antes, durante e depois do tratamento.

Responsável da Comunidade.

 

Atenciosamente.

 

Associação Brasileira de Homeopatia Popular e Comunitária.

 

 

 

ANEXO 3

 

ORIENTAÇÕES PARA O USO DE REMÉDIOS HOMEOPÁTICOS NAS COMUNIDADES EM TEMPOS DE COVID-19 – Comunidade com Pacientes Positivos para COVID, E SINTOMÁTICO

Antes de mais nada ADVERTIMOS que em caso de sintomas respiratórios relacionados à COVID, a consulta médica é importantíssima bem no início dos sintomas. A HOMEOPATIA será uma prática que ocorrerá junto com tratamento médico indicado, pois a mesma será fundamental para equilíbrio da energia vital do paciente

O que é a homeopatia e o que é um remédio homeopático?

Homeopatia é uma medicina alternativa natural. A matéria-prima vem de plantas, animais e minerais. Retira-se parte da matéria-prima escolhida para fazer a tintura-mãe e na sequência dinamizamos os remédios homeopáticos. Os remédios são preparados em álcool de cereais e

água destilada. O álcool para a conservação e a água para fluir melhor a energia vital do remédio. Segue-se um padrão internacional de preparo dos remédios, a partir de algumas convenções dos homeopatas e do Conselho Internacional da Homeopatia. Em 1790, Samuel Hahnemann (1755-1843), médico alemão traduziu a matéria-médica do remédio China para a cura da malária, inventado por William Cullen (1710-1790), químico e psiquiatra britânico. Nas palavras de Cullen, a cura da malária com China se dá devido ao amargo da planta. Hahnemann, na dúvida sobre o sentido da cura, realizou vários experimentos com uso de China por ele, familiares, amigos e chegou à conclusão que não é o amargo da planta que cura a malária e sim “a semelhança que existe entre os sintomas da doença e os sintomas produzidos pelo remédio em humanos sadios”. Em 1796, a partir dessa descoberta Hahnemann oficializou a invenção da Homeopatia e deixou para a humanidade os experimentos de aproximadamente 60 remédios homeopáticos.

Como funciona o remédio homeopático? 

Hipócrates, filósofo grego, conhecido como “Pai da Medicina Ocidental” (460 e 377 antes de Cristo) definiu os princípios básicos da Medicina convencional e também da Homeopatia. A medicina convencional segue o princípio: “Os contrários curam-se pelo contrário”, ou seja, a maioria dos medicamentos que compramos em farmácias comuns é antibiótico, antiinflamatório, antitérmico, antialérgico etc (anti). E a medicina homeopática segue outro princípio de Hipócrates: “Os semelhantes curam-se pelo semelhante”. Em outras palavras, para curar um paciente doente, procura-se na natureza remédios que produzem sintomas semelhantes nas pessoas sadias aos que encontramos nas pessoas doentes. Para simplificar a compreensão, o sentido é o mesmo que se usa na fitoterapia (cura pelas plantas), por exemplo – para curar uma gastrite ou azia (produção de ácido em excesso pelo nosso organismo), indicase suco de limão, que é outro ácido para reequilibrar nosso organismo e seguir a devida digestão de alimentos sem excesso de ácido. Outro exemplo, que a própria medicina convencional pratica para a produção do soro antiofídico. Utilizam o veneno da cobra, injetam no cavalo, depois extraem parte do sangue do animal para obter o soro a ser aplicado em pessoas mordidas por cobras.

Assim também é utilizada parte da matéria-prima que contém a “energia vital” (princípio ativo) de qualquer vírus para transformar em vacina contra os surtos de viroses, epidemias e pandemias: Influenzinum H1N1; Dengue; Gripe Espanhola; Ebola  e, inclusive ainda em experimentação, o Novo Coronavírus. Identifica-se o “gênio epidêmico”, ou seja, os sintomas produzidos pela doença em vários pacientes de forma semelhante, caracterizando a epidemia e em expansão mundial a pandemia. Mediante sintomas semelhantes diagnosticados em maior quantidade de pessoas pelos homeopatas, procuramos remédios que produzem sintomas semelhantes em pacientes humanos sadios – para melhorar a imunidade e curar as pessoas com a doença. Ou seja, Arsenicum, Influenzinum, Oscilococcinum e Cânfora (guardadas as devidas diferenças), na experimentação em humanos sadios produzem sintomas semelhantes aos sintomas da Covid-19 (dor de garganta, febre alta, dor no corpo, diarreia, falta de ar, perda de olfato e paladar). Em outras palavras, se uma pessoa que não é portadora da Covid-19 tomar esses remédios pode apresentar sintomas semelhantes aos sintomas da doença, processo que chamamos de patogenesia. Mas não precisa se assustar, basta parar de tomar esses remédios que os sintomas passam em poucas horas. Esses remédios também melhoram a imunidade contra outros vírus, gripes mal curadas e outras doenças do aparelho digestivo.

Para melhorar a imunidade contra a Covid-19

Durante10 dias NO MÍNIMO:

Arsenicum 30CH/Influenzinum 30CH/Oscilococcinum 30CH (5% álcool de cereais)

Aconselhamos o paciente tomar as 5 gotas do complexo nos seguintes horário: 8h, 10h, 12h, 16h, 18h, 20h, 22h.

Camphora 30 CH  (5% álcool de cereais)

Aconselhamos o paciente tomar as 5 gotas de CAMPH nos seguintes horários: 14h, 14:15h, 14:30h nesses 10 dias no mínimo.

Após esses 10 dias, aconselhamos a busca por um homeopata para que indique o melhor medicamento conforme sintomas apresentados, para buscar a cura definitiva.

Obs. Guardar os remédios em lugar escuro (sem luz e sem calor do sol), longe de celular, computador ou outros eletroeletrônicos.

Caderno de Controle para acompanhamento dos homeopatas responsáveis.

Nome do paciente, idade, sintomas: antes, durante e depois do tratamento.

Responsável da Comunidade.

 

Atenciosamente.

 

Associação Brasileira de Homeopatia Popular e Comunitária.

 

ANEXO 4

Figuras Explicativas